Encontro com a Coruja | Origami como Sabedoria
Ontem tive um encontro que ficou comigo:
uma coruja diante do
meu olhar — um instante.
Dobrei palavras como dobro papel: com
gratidão.
A coruja
No momento em que a viMe senti tão feliz
Que em silêncio agradeci.
Ela me procurava
Enquanto eu falava
“Que linda é você!”
Foi então que
Ela fixou
O olhar nos meus,
E partiu... voando...
Deixou o amor
Jamais a esquecerei
Sentirei saudades dela
Para sempre
— Ana Flor
Reflexão
A coruja, para mim, foi sinal de sabedoria e de atenção.
Não
é apenas um animal; é um espelho.
Ela nos fala que enxergar
bem nem sempre depende da luz externa —
às vezes o melhor
entendimento vem da quietude, da espera e da escuta.
No origami, também aprendemos isso:
cada dobra exige
paciência, cada gesto pede presença.
Ao criar uma coruja de
papel, não repetimos apenas uma sequência de dobras —
convidamos
alguém a lentificar, a respirar, a perceber o que antes passava
despercebido.
Se a coruja pudesse dar um conselho, talvez diria:
“Use a
intuição como guia, mas caminhe com clareza. A noite tem saber
próprio.”
Dica prática e Leitura
Se quiser honrar esse encontro, tente dobrar uma peça simples hoje, para sentir: faça uma dobra por minuto, respirando entre cada uma. Observe o que surge no corpo e na mente.
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Conclusão
Se este poema tocou você, deixe uma palavra abaixo —
me
conta se já teve um encontro parecido com a natureza.
E se
quiser ver mais do meu trabalho, visite o Instagram:
@orisofia.origami
Com carinho,
🌸 Ana Flor | Orisofia | Ateliê Digital de
Origami
